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Relativity - M. C. Escher

Os impossíveis de M. C. Escher

Provavelmente você já viu alguma obra de Maurits Cornelis Escher, mesmo não conhecendo o autor.
M. C. Escher foi um artista gráfico holandês que se destacou na representação de construções impossíveis, paradoxais, exploração do infinito, e metamorfoses – padrões geométricos que se transformam gradualmente.
Em suas obras fica patente seu fascínio pelas relações dicotômicas de alto-baixo, perto-longe, branco-preto, realidade-ilusão, bem como a ideia de transformação de objetos não correlatos.
Além de desenhos à mão, Escher usava técnicas como xilogravura, onde entalha-se na madeira a imagem e pressiona-se o papel para criar um alto relevo, e litogravura, parecida com xilogravura porém na pedra e sem a necessidade de entalhar, apenas desenhando com uma lápis gorduroso que irá repelir a tinta posteriormente.
Falecido em 1972, Escher permanece inspirando obras artísticas, cinematográficas, televisas e clipes musicais. Videoclipes de Regina Spektor, Incubus, Daft Punk utilizam direta e indiretamente suas obras. Em filmes como “A Origem” e “Labirinto – A magia do Tempo” sua obra “Relativity” é amplamente explorada.
Suas obras originais estão no “Escher in het Paleis”, localizado na cidade de Haia, Holanda. Eventuais exposições percorrem o mundo trazendo o privilégio de conferir as obras originais deste genial artista.

Hand with Reflecting Sphere, 1953

Sky and Water I, 1938

Waterfall, 1961

Drawing Hands, 1948

Obras retiradas do site www.mcescher.com/gallery/

Sugestão: Documentário “M.C. Escher – Metamorfose” do diretor Jan Bosdriesz

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